O reajuste salarial dos professores e a reação dos prefeitos


Um reajuste salarial foi anunciado pelo Presidente Jair Bolsonaro em seu Tweeter
nesta última quinta-feira, dia 27/01/2022. Trata-se de um aumento no salário dos professores de 33,24%. 

Presidente Jair Messias Bolsonaro e o Ministro da Educação, Milton Ribeiro (à esquerda).


Aos fanáticos pelo presidente, é necessário ressaltar que o aumento salarial não é algo novo, criado pelo governo Bolsonaro. Como muitas notícias passam despercebido, resolvi trazer um exemplo:


Em 2020, houve um reajuste salarial em benefício dos professores. Na verdade, o piso salarial é uma lei sancionada em Julho de 2008 pelo Ex-presidente Lula, juntamente com seu ministro da educação Fernando Haddad e outros nomes como Tarso Genro, Nelson Machado, Paulo Bernardo Silva, José Múcio Monteiro Filho e o atual Ministro do STF, José Antonio Dias Toffoli, no qual a
 lei determina um salário base para professores de educação básica.

A lei também diz em seu Artigo Quinto: Art 5º O piso salarial profissional nacional do magistério público da educação básica será atualizado, anualmente, no mês de janeiro, a partir do ano de 2009. Isto é, a lei determina que o reajuste do piso salarial do professor de educação básica deve ser realizado em Janeiro de todos os anos, começando pelo ano de 2009.

Segundo as contas do governo federal, o reajuste é totalmente possível, sem causar muitos danos às economias municipais e estaduais porém, logo após o anúncio do presidente, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), cujo objetivo é descrito como: "O objetivo maior da CNM é consolidar o movimento municipalista, fortalecer a autonomia dos Municípios e transformar nossa entidade em referência mundial na representação municipal, a partir de iniciativas políticas e técnicas que visem à excelência na gestão e à qualidade de vida da população." Declarou, em uma nota publicada no dia 27 - Mesmo dia da promulgação do reajuste - que os prefeitos não deveriam conceder o reajuste de 33,24%, mas usar o índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) como base para correção do piso salarial e, caso o piso salarial seja reajustado no município, deverá ser menor que o valor emitido pelo Presidente da República.


Por incrível que pareça, muitos prefeitos e governadores aderiram às orientações da CNM, alegando ou crendo que o reajuste seria problemático.


Agora, se tem uma grande mentira que muitas pessoas acreditam, é a mentira de que o Presidente é um homem insensível, raivoso e, se girarmos um pouco a chave, genocida. Claro que muitas pessoas têm seus pontos, mas o Presidente ser um homem perturbado e até genocida, é uma grande falácia!

O Presidente Bolsonaro fez o possível para ajudar o máximo de pessoas. Um presidente que se preocupou com o vírus e o desemprego, com a ciência e a economia ao mesmo tempo, não deve ser taxado como genocida ou insensível, não deve ser descrito como 'aquele que faz descaso de pessoas mortas'. 

Enquanto prefeitos e governadores, com sua independência imposta pelo STF, instalaram um isolamento horizontal forçado que viria a se tornar o famoso lockdown, usando da força policial para prender cidadãos de bem que saíam de suas casas, o presidente fez o que pôde pelo país.

Porque estou falando isso? Pelo fato de que simplesmente 85% dos professores de história são de esquerda e isto é o que temos dados confirmados. Eu, como estudante, posso afirmar que muitos dos nossos professores atualmente, após a 'grande doutrinação esquerdista', são de esquerda. Eu poderia facilmente classificar este reajuste como uma jogada de mestre do Presidente da República, pois os professores esquerdistas idealizaram muitos pensamentos e ideologias da esquerda e esses mesmos professores vivem reclamando de seus salários e pedindo por um aumento salarial. 

Após o aumento salarial, o que eles poderão dizer? Criticar o Presidente Bolsonaro dizendo que "deveria passar para R$4.000"? Um episódio recente e parecido com esse já aconteceu. Ainda em 2022, a renegociação de dívidas de estudantes no FIES. Não duvido nada que muitos estudantes esquerdistas e doutrinados comemoraram escondidos, o perdão das dívidas no FIES. Antes do perdão, mais de 47% dos estudantes estavam endividados há mais de 20 anos do programa, em questão de dois anos, o saldo de inadimplência do FIES subiu de R$ 2,5 bilhões para R$ 6,6 bilhões.

Sobre os prefeitos e governadores. Esta cartada de mestre do presidente Jair Bolsonaro teria o potencial de tornar os professores contra os prefeitos que, em sua maioria, são de centro e esquerda, eleitos por partidos como MDB, Cidadania, PSDB, PSD, Avante, Solidariedade, PROS, PT, PSOL, PCdoB, PDT, REDE, PSB e PV que somados, são 3179 prefeituras com 2327 sendo municípios governados por prefeitos de centro. O que caracteriza um golpe extremamente bem dado em um ponto vital dos inimigos do conservadorismo no Brasil.

Quem sabe, nossa base conservadora possa crescer à partir dessas ações do governo? Que Deus continue abençoando a nossa nação.

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Caso você tenha lido até aqui, quero agradecê-lo imensamente por ter destinado um pouco de sua atenção ao meu blog!

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