Agora é a vez da Universidade John Hopkins: Lockdown não teve efeito significativo na redução da mortalidade por COVID-19!


 Se lembram de quando o Presidente Bolsonaro criticou o lockdown? Pois é, algumas pessoas acham que ele não tinha fundamentos científicos para fazê-lo, mas sinto em dizer à estas pessoas que: Sim, ele tinha fundamentos científicos e esse embasamento foi comprovado.

Primeiro, começaremos pelo que chamamos de "Fica em casa, a economia a gente vê depois". 


A Oxfam é uma confederação de 21 organizações de caridade ao redor do globo e, em 08/07/2020 eles divulgaram um documento com números sobre a fome em 2020. Seus dados apontavam que "122 milhões de pessoas podem ser levadas á beira da fome nesse ano, como resultado dos impactos sociais e econômicos causados pela pandemia do novo coronavírus".


Em 12/07/2021, a ONU realizou um levantamento divulgado pela UNICEF mostrando que "até 811 milhões de pessoas enfrentaram a fome em 2020 [...] 2,3 bilhões de pessoas (30% da população global) sofreram com alimentação inadequada, isto é, insegurança alimentar". 

Além disso, em 2020, houve a extinção de mais de 191.455 empregos formais de carteira assinada e 500 mil negócios.

Agora, nos vem uma pergunta em mente... Porque ainda cremos nesse governo que extinguiu tantos empregos e fez uma atuação péssima na pandemia?

E eu te respondo: Não foi o governo.


Antes de tudo isso acontecer, lá em 08/04/2020, o STF impediu que Bolsonaro modificasse as medidas restritivas contra a COVID-19, sendo nítido que desde o início, Bolsonaro era contra lockdown e queria instaurar um isolamento vertical inteligente.

Sendo assim, com a autonomia indo para estados e municípios, com muitos deles instaurando quarentenas forçadas, toques de recolher e enviando suas guardas municipais para prender quaisquer cidadãos que tentassem sair de suas casas, muitos negócios e empregos foram fechados e extintos.

A mídia esconde a verdade tapando nossos olhos, dizendo que o lockdown foi uma maneira inteligente de lidar com a doença. Claro, claro, colocar sãos e doentes no mesmo local é uma ideia extremamente inteligente!

E agora, um estudo conduzido pela Universidade John Hopkins - Universidade americana número 12 entre as melhores universidades do mundo do ranking Times Higher Education, 25° lugar no QS World University Rankings, e 15° lugar no Academic Rankings of World Universities - Com embasamento em mais 24 outros estudos relevantes sobre 18 mil resultados documentados das políticas de enfrentamento ao COVID-19, concluiu que:



Este estudo foi conduzido por Steven Hanke, um economista e professor de economia mundialmente conhecido, que trabalha na Universidade de John Hopkins, trouxe conselhos á muitos chefes de estado e possui grande saber econômico.

Além dessa pesquisa feita pela universidade, também temos que analisar a fala do Dr. David Nabarro, o emissário da Organização Mundial de Saúde, em uma entrevista para o site americano The Spectator: "[...] E, portanto, realmente apelamos a todos os líderes mundiais: parem de usar o lockdown como seu método de controle primário, desenvolvam sistemas melhores para fazê-lo, trabalhem em conjunto e aprendam uns com os outros, mas lembrem-se: Lockdown tem apenas uma consequência que você nunca deve subestimar, tornar as pessoas pobres, ainda mais pobres."

Bem, acho que não preciso dizer mais nada, não é?

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A conclusão é simples: O lockdown foi uma política de enfrentamento ao COVID-19 exaltada por grande parte da comunidade científica, mas que fracassou no combate do mesmo, causando enormes impactos na vida dos brasileiros e trazendo muitos prejuízos às economias mundiais.

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Agradeço á compreensão dos leitores, aqueles que dedicaram um pouco de seu tempo para ler minha publicação e absorver informação e conhecimento.

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